Letra
Às vezes no caminho penso que estou
sozinho
E no deserto rio já se fez uma
ilusão
Eu passo pelo vale e não vejo
espírito de vida
Estou à beira do caminho, quem me
dá a vista
A tempestade se levanta e não há
quem acalme
É como no dilúvio as portas fecham
e não há escape
O que fazer, o que fazer?
De onde virá, o que acontecerá?
Quem vai nos socorrer?
É ele, que abriu o mar vermelho pra
Israel passar
É ele, que no vale de ossos secos
fez vida brotar
É ele, que à beira do caminho faz
cego enxergar
É ele, realiza o impossível
É ele, faz o fraco campeão
É ele, mais que vencedor
A tempestade se levanta e não há
quem acalme
É como no dilúvio as portas fecham
e não há escape
O que fazer, o que fazer?
De onde virá, o que acontecerá?
Quem vai nos socorrer?
É ele, que abriu o mar vermelho pra
Israel passar
É ele, que no vale de ossos secos
fez vida brotar
É ele, que à beira do caminho faz
cego enxergar
É ele, realiza o impossível
É ele, faz o fraco campeão
É ele, mais que vencedor
Justo, santo, majestoso, glorioso,
vencedor
Breve vem, breve vem
Raiz de Davi, estrela da manhã
Alfa, ômega, princípio e fim
É ele, é ele
É ele, que abriu o mar vermelho pra
Israel passar
É ele, que no vale de ossos secos
fez vida brotar
É ele, que à beira do caminho faz
cego enxergar
É ele, realiza o impossível
É ele, faz o fraco campeão
É ele, mais que vencedor
Justo, santo, majestoso, glorioso,
vencedor
Breve vem, breve vem
Raiz de Davi, estrela da manhã
Alfa, ômega, princípio e fim
É ele, é ele
É ele
É ele